Faster Than The World


contribuições

Contribuições [1]


 Trarei nesse blog, algumas contribuições de pessoas que merecem certa atenção, pois se destacam na sociedade cascatílhica. Segue a primeira de muitas, espero eu. É um artigo do jovem Antônio Veiga de Freitas Altvater, vulgo Tonho Moustache. No artigo em questão, Tonho descreve, com exatidão, um grupo clássico da sociedade. Lá vai:


                                                                                                                                                         Comunismo no Buteco
   

 Dentre as linhas da história da humanidade encontramos diversos desvios e deturpações de teorias e ideologias. Em muitos desses casos, tais desvios são provocados por possíveis “seguidores” de tais movimentos, que por interesse próprio ou por um simples descuido acabam se desviando do caminho. Esta breve introdução é apenas para inserir o assunto principal deste post aqui, falaremos dos famosos “revolucionários de bar”, figuras extremamente conhecidas no meio universitário, porém somente encontradas nas áreas periféricas da faculdade, em pontos estratégicos, onde o álcool pode ser apreciado sem nenhuma descriminação. Tais pontos estratégicos normalmente podemos encontrar algumas mesas e cadeiras, umas porções de alimentos em conserva e até quem sabe uma mesa de sinuca “meia-boca”.

 Depois de descrever o habitat natural dessa não tão rara espécie, vamos pular para a análise física. Normalmente os de sexo masculino são facilmente reconhecidos pela espessa barba ou pela grande vontade de tê-la, já os de sexo feminino são mais reconhecidos pelas vestimentas surrupiadas do “armário da vó”, e nos cabelos nota-se uma falta imensa de técnicas de beleza usadas pela sociedade feminina contemporânea: chapinha, escova, pente e, às vezes, até água. Em relação aos costumes desses seres, ambos os sexos são apreciadores da natureza e de todos os prazeres que ela oferece (se é que vocês me entendem) .

 Mas se fossem apenas as diferenças estéticas que separassem a realidade dessa espécie tão interessante da nossa de “miserável” realidade de “pobres normais”, creio que tudo estaria no seu devido lugar, porém, no quesito diálogo, esses seres normalmente tem um temperamento nada dócil, muito pelo contrário.Quando avistam um possível confronto ideológico, adotam uma postura mais hostil. Nessas horas o sangue sobe na cabeça desses nossos colegas, e Marx e toda sua turminha, se tornam tão intocáveis quanto um Deus (Deus que eles mesmo não acreditam). Outro fator interessante que devemos citar é que essa espécie acredita sim numa sociedade destituída de Estado, onde não exista propriedade privado, seria então uma sociedade com base no significado real da palavra, creio que isto esteja “um pouco” distante de acontecer dentro do mundo individualista em que vivemos.    

 Vou encerrando esse post explicando antes de tudo que não quis generalizar nenhuma forma de vestir, barbear, pentear e muito menos pensar, e considero que qualquer idéia tem por si, o direito de ser debatida. Só quero alertar ao pessoal por aí, para não ir mergulhando em qualquer ideologia antes de conhecer à fundo, e mesmo depois, aceitar a troca de informações de forma sadia, enfim, não vestir nenhuma camisa que não consiga agüentar o peso depois.

MOUSTACHE, tonho.

 

PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 23h43
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IR + VIR  = R$ 4,40

 

 Pois estava eu aqui, em Curitiba, indo pegar um ônibus Ligeirinho e PÁ! A tarifa passou, de R$1,80 para R$2,20. Acostumado, fui tirando dois reais do bolso quando tive a surpresa, nada agradável. Sou estudante, tenho direito ao passe livre, não? Cobre dos outros, das grandes corporações, as quais são representadas pelos respectivos funcionários que utilizam diariamente o transporte público coletivo de Curitiba e possuem VALE TRANSPORTE.

 À R$1,80, já era um lucro daqueles para os velhos engravatados, dae aumentaram e vieram com papo de que o aumento da tarifa "garantirá a ampliação do serviço e evitará um déficit estimado entre R$ 92 milhões e R$ 122 milhões nas contas do transporte coletivo em 2009. Todas as despesas que fazem parte do serviço - combustível, ônibus, peças e acessórios, salários de motoristas e cobradores, entre outros - acumularam reajustes nos últimos cinco anos que forçaram o aumento da tarifa, mantida em R$ 1,90 desde abril de 2004. O crescimento das despesas variou de 23% (lubrificantes) a 52% (óleo diesel)." Só corrigindo o site da Prefeitura de Curitiba: é R$1,80 e não R$1,90, se não me falha a memória, né? Posso estar errado, fiquei um ano inteiro andando quase todos os dias da semana nos ônibus, posso estar errado. Dae vem aquele papo que faz vc dizer: "Ah, dae vale a pena pagar mais, realmente!", acompanhem: "Todos os novos veículos são equipados com elevadores para o atendimento aos portadores de necessidades especiais, GPS, painéis frontais e laterais eletrônicos com informações de itinerário, sistema de áudio MP3, bancos anatômicos e motores eletrônicos (Euro III) que poluem 60% menos em relação aos demais, tornando Curitiba a primeira cidade do Brasil a cumprir a legislação da chamada "tecnologia limpa"." Faça isso com tarifa mais barata ué, são muitas e muitas pessoas todos os dias da semana rodando nesses ônibus, é muita grana para os velhotes.

 A questão é que, sobe o valor das tarifas do Transporte Público, e fica cada vez mais facilitado comprar um veículo particular. Percebe-se isso nas ruas de qualquer grande centro. Carros financiados em 60X ou mais, ficam engarrafando as vias, aumentando a taxa de emissão de poluentes calhordas e por ae vai...

 "Seguinte mermão: foda-se!" Vou abrir uma Auto-E$cola, comprar um Celta, mas em 48X, não sou peão, e viverei fortemente bem!

Segue o link do site da Prefeitura de Curitiba com as informações sobre o aumento das tarifas: http://www.curitiba.pr.gov.br/Noticia.aspx?n=15239

 

 PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 22h27
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jello biafra

Jello Biafra

 

 Se tem uma pessoa que merece um post nesse blog, essa pessoa é o Eric Reed Boucher, conhecido por ae como Jello Biafra. Jello é o ex-líder da banda Dead Kennedys, e o responsável pelas letras, pela essência e pelo feeling da banda. Também é dono da gravadora independente Alternative Tentacles. Protesto e atitude definem a essência de Biafra, o qual trouxe para o punk letras inteligentes, com ironia e politicagem, ou seja, uma enciclopediada no moicano da punkaiada!

 Biafrinha já foi candidato à prefeito na cidade de San Francisco, Califórnia, e foi o quarto mais votado, com aproximadamente 6000 votos. Em 2000, Jello aceitou se candidatar à presidente dos States tendo escolhido como vice, Mumia Abu-Jamal (Vish!). Entre os planos de campanha estavam o estabelecimento de um salário máximo, transporte público gratuito, além da gratuidade dos serviços de saúde e da educação, o fim do NAFTA e da OMC, a destruição do armamento nuclear, o fim do exército e da CIA, a possibilidade de refazer outra eleição, caso o eleitor não quisesse nenhum dos candidatos,etc. Pouca coisa, né? Espero que o Obama seja um Jello Nigga, ou algo perto disso.

Dead Kennedys. (Mal sabia o Jello o que ia passar com os peões)

 Falando um pouco do Dead Kennedys, apenas digo que sacanearam o Jello, cambada de biscatinhos. Banda independente é aquela coisa, muita atitude e pouca grana, dae veio a vontade de ter uma grana alta é PÁ! "COMERCIALIZAÇÃO DE MUSICAS NO MUNDO DOS BUSINESS". Mas ALI NÃO TINHA DESSA! Esquema era o Jello ter chutado todos e arrumado integrantes com a mesma base intelectual que ele, em sintonia. Dae a banda ficou processando-o durante 6 anos porque ele não deixou usarem "Holiday in Cambodia" em um comercial da Levi´s! PORRA! Dae o Jellonildo, O ÍCONE, perdeu a batalha judicial e os direitos das próprias composições. Agora tem que aguentar as próprias músicas em comerciais, a banda tocando-as em grandes festivais bancados por grandes corporações, ou seja, TUDO QUE ELE SEMPRE LUTOU CONTRA!


 

 Segue um trecho da entrevista do Jello para a revista Rock Press:

"Rockpress - Mudando um pouco de assunto, eu queria que você falasse da briga 
judicial entre a Alternative Tentacles e os ex-Dead Kennedys.

Jello Biafra - Foi a coisa mais escrota que já aconteceu em toda minha vida.
Gastei um bom tempo tentando lembrar as pessoas da nossa música e o que ela
significava elas, quando tudo o que eu queria era que eu não tivesse
conhecido esses imbecis. Eu não vou deixar eles colocarem Holiday in
Cambodia numa propaganda da Levi’s. Então eles vieram atrás de mim com um
grande advogado corporativo que também representa o Journey, o Boston, os
Doobie Brothers e o Santana, e eles estão me processando por não ser
corporativo, tentar destruir a Alternative Tentacles e roubar a música.
Eles ainda mentiram ao dizer que escreveram todas as minhas músicas.
Dizendo que eu estava roubando dinheiro deles quando na verdade eu havia
os pago. Para o choque de todos, incluindo deles mesmos, o júri acreditou
nisso. E agora, mesmo estando num puta rombo financeiro, eu tenho que juntar
grana para apelar na justiça. Nesse meio tempo, eles estão tentando vendendo
o catálogo dos Dead Kennedys o quanto antes sem se preocupar com nada. Por
isso se você ver qualquer disco da Alternative Tentacles por outra gravadora,
NÃO COMPRE. Eles ainda usaram dinheiro que roubaram de mim para pagar o
advogado deles. Eles não ligam para o que a banda significou, só querem
dinheiro.

Rockpress - Quando você vai apelar?

Jello Biafra - Ainda não. Estou me preparando. Toda essa coisa influencia
meus sentimentos a respeito do Napster, do download de músicas... Se eles
conseguirem tirar minha música de mim, então o Napster será meu melhor amigo.

Rockpress - E o que você acha do Napster hoje?

Jello Biafra - O Napster deve ser destruído em breve pelas grandes
gravadoras. Mas logo uma nova tecnologia que será mais difícil de destruir
irá substituí-lo. Isso faz parte da bela e a fera que é a internet: não
importa que tipo de garras que ponham no caminho e fechem as coisas; sempre
haverá um moleque chateado de qualquer idade que irá encontrar um jeito
de foder com aquilo (risos)!

Rockpress - Aproveitando a deixa, o que você acha dos direitos autorais.
Você não acha que isso tem de ser revisto?

Jello Biafra - Provavelmente. Agora mesmo estou lutando pelos direitos das
minhas próprias músicas (risos). Querem roubar para coloca-la em comerciais
e filmes de merda. Mas por outro lado, eu não sei o que vai acontecer.
Eu não estou tão preocupado com o Napster ou com essa tecnologia, porque já
acabou. Não vai fazer tão mal quanto alguém gravar um filme da televisão ou
xerocar parte de um livro para um jornal da escola. Muitas pessoas que usam
Napster não o fazem para roubar música, mas para ouvir antes de comprar.
Você baixa uma música e se gostar, vai procurar o disco. Demora muito tempo
para baixar um CD inteiro no Napster. Tanto tempo que o usuário prefere
pegar o CD.

Rockpress - E ao mesmo tempo, conseguem baixar músicas de bandas
independentes.

Jello Biafra - Eu espero que as pessoas apóiem a música independente. Porque
o Napster pode começar a machucar pequenos músicos, que não têm muita grana e
dependem da venda do Napster. Mas até aí eu sou pró-Napster. Eu tenho que ir
(espreguiçando).


Rockpress - Legal, Jello. Ótima entrevista.

Jello Biafra - Você também gostaria de saber que tem um disco novo meu,
falado, que vai sair agora em novembro, que chama-se Become the Media. E um
novo EP do Lard chamado Seventies Rock Must Die.

Rockpress - Become the Media (torne-se a mídia) é um conselho?

Jello Biafra - É um grito de guerra. Torne-se a mídia ao tornar-se parte da
guerra santa da verdade da câmera de vídeo. Pegue os policiais que bateram
em Rodney King e os caras atirando balas de borracha - esta é a guerra santa
da verdade. Apóie zines, rádio, música, a cultura independente... E, claro,
apóie a cultura independente ao não dar dinheiro para grandes lojas em
cadeia - sejam lojas, restaurantes... Tornar-se a mídia significa ser
didático com as pessoas de casa, na família, na escola... Quando ouvir bobagens
como "vou votar em Gore porque o Bush é pior ainda". Conte a elas... a verdade.

Rockpress - Planos para vir ao Brasil?

Jello Biafra - Não por enquanto. Eu gostaria voltar, mas não parece que eu
possa ir agora. Eu estou no meio de uma batalha legal...

Rockpress - Assim que a revista chegar, ela chegará em suas mãos.

Jello Biafra - Acabamos de lançar um disco novo do Ratos de Porão, o
Crucificados pelo Sistema, que é uma regravação do primeiro álbum. Tá muito
mais insano agora. O primeiro é muito bom, mas eu fiquei surpreso com esse novo...

Rockpress - Você sabia que o Gordo trabalha na MTV Brasil?

Jello Biafra - É engraçado, porque ele nega. Mas eu prefiro ter o Gordo na
MTV que a Britney Spears. Ele é um exemplo bem mais positivo para jovens em todo
mundo do que o mais novo clone pop americano."

Link da Fonte: http://www.portalrockpress.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=381/

Em breve, um post sobre o "PUNK", o viver dentro do mundo punk, a atitude e ....foda-se! Tudo ao meu ver e ao ver de Greg Graffin (Gregão).

Post dedicado fortemente ao Lucas Beatlezinho Aleixo.


PAZ!


Escrito por PeppersDrums às 03h48
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cena hanks

A Cena Mais Sensacional do Cinema

 

 

Título Original: The Money Pit

Título em Português: Um Dia a Casa Cai

Gênero: Comédia

Ano de Lançamento (EUA): 1986

Distribuição: Universal Pictures

Direção: Richard Benjamin

Roteiro: David Giler

Elenco:

Tom Hanks(Walter Fielding)

Shelley Long (Anna Crowley)

.

.

.


PAZ!




Escrito por PeppersDrums às 02h45
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bebida: urina

Bebida, senhor?

 O assunto agora é URINA. Há tempos atrás fiquei sabendo dessa nova "ser humanizice": beber a própria urina. É porque UM fala que faz bem para a SAÚDE, dae pronto! Em pouco tempo aparece aquela legião de seguidores. Qual seria o nome dessa legião? Os urinóiticistas? Enfim... Dae hoje fui pesquisar, porque queria publicar aqui, e li que 3 milhões de chineses bebem a urina. Depois li que, na verdade, são 10 milhões. Só sei que nada sei, internet é isso. Falam que faz bem para não sei o que, porque tem não sei o que e ... CHEGA! É MIJO! XIXI! URINA! Não é pra beber! Vá beber um chá, com folinhas bem lavadinhas, caso contrário, beberá mijo de animais marotos!

 

Humm, licor de mijinho!

 

 PAZ!

 



Escrito por PeppersDrums às 23h03
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greg graffin


Fast Food e a Indústria da Música


Texto de Gregory Walter Graffin - traduzido

Já que sou conhecido como uma pessoa que geralmente canta sobre assuntos sérios, eu achei que deveria manter as coisas bem sérias hoje. Eu gostaria de começar relatando uma história à vocês sobre...Arbey’s Roast Beef.
Eu gosto de fast food, acho que é um bom produto e uma grande invenção. Semana passada, eu estava na fila olhando o simples menu e decidi que pegaria a oferta de número 1. Então eu percebi que estava com vontade de comer muitas fritas e disse: “Posso pedir fritas grandes ao invés das normais?” O caixa disse: “Por que você não supersize seu pedido (pede o refrigerante e as batatas em tamanho-família)?” Depois que eu disse ok, ela foi pegar a coca tamanho-família e eu vi que aquela coisa era do tamanho de um balde de lixo pequeno. Quem consegue beber tanta coca? Quem consegue carregar aquilo? Você teria que prendê-la a uma cadeirinha de bebê, se pedisse aquilo pelo drive-thru. Eu disse, “Tudo bem, eu quero só a coca normal, mas quero as batatas tamanho-família”. Esse é o ponto onde começou a tempestade. O caixa disse: “UUUUMMMM, nós não podemos fazer isso, senhor.” Foi como se eu tivesse pedido a ela que me demonstrasse a lei de rotação orbital de Kepler ou algo assim! Aparentemente, o teclado da máquina registradora não incluía uma opção que permitisse fritas supersized sem um refrigerante supersized. Três outros empregados vieram lá de seus postos para ajudar sua confusa co-operária. Nenhum deles conseguiu dar um jeito de me cobrar certo pelo meu simples pedido. Eu disse “Não se preocupe, apenas me dê a bebida de tamanho normal e eu pago o preço inteiro do número um supersized”. Todos os co-operários respiraram de alívio. E as pessoas atrás de mim na fila ficaram aliviadas também: “Quem é esse cara segurando a fila, usando todos os empregados para suas próprias necessidades especiais?” Foi quando me caiu a ficha: As coisas em nossa sociedade se tornaram muito eficientes.

Há um problema de eficiência em demasia à extensão de instituições que lhe oferecem apenas um padrão limitado de escolhas, resultando em um sutil determinismo de seu comportamento. Eu acredito que isso não é o que as pessoas querem. Elas querem ser mais livres. Elas querem exercitar sua liberdade de escolha. Você se lembra do velho slogan de marketing do Burger King? “Sem picles, sem alface, pedidos especiais não nos chateiam”. Hoje, pedidos especiais podem não chateá-los, eles apenas bloqueiam suas sinapses cerebrais. A mentalidade “Faça do seu jeito” do passado não mais é válida. Você não é livre pra escolher. E isso é um problema sério.
A própria indústria da música não é imune a esse tipo de mentalidade de marketing simplista e demasiado eficiente, infelizmente. E eu acho que isso é algo que precisa ser discutido. Requer muito mais discussão do que teremos aqui hoje, mas eu vou sumarizar à vocês e acrescentar um pouco de minha própria análise e talvez inspirar alguma mudança.

Passo Um: Há problema nisso?

Eu acho que sim. Por que tantas bandas e artistas soam iguais? Artistas sempre buscaram soar similar a outros artistas, este não é exatamente o problema. Hoje, parece que as similaridades estão ficando profundas. Vocalistas estão soando idênticos a outros vocalistas em outras gravadoras. Combine isso com produtores usando as mesmas técnicas de produção de som em bandas diferentes, e o que nós temos: cantores cantando igual, o som da produção igual, duas gravadoras diferentes mas o mesmo produto, mentalidade “peça pelo número”.

Considere isso: Epic tem o Peral Jam, BMG tem o Creed, Sony tem o Silverchair, Epitaph tem o NOFX, mas a MCA tem o Blink-182, Interscope tem o Nine Inch Nails, mas eles acharam que deveriam ampliar seu acervo, então eles nos ofereceram o Marilyn Manson, WEA tem o Pantera, Sony tem o Korn, Geffen teve o Berlin nos anos 80 e 10 anos depois eles perceberam que poderiam oferecer aquilo de novo na forma do Garbage, WEA tem a Alanis Morrisette, ULG tem a Meredith Brooks, Arista tem Sarah McLaughlin, WEA tem Paula Cole. E a lista não pára...

Por que acontece isso?

Eu acho que é porque arte é difícil de fazer, então artistas copiam outros artistas. Mas arte é ainda mais difícil de vender ao público, então as gravadoras copiam as estratégias de marketing de outras gravadoras. O artista e a gravadora formam então um elo de congratulação mútua que destrói seu desejo de tentar algo diferente. O resultado é uma diversidade menor de estilos musicais e uma imagem do artista mais programada e menos realista. O outro resultado é maior, maiores números de venda podem ser previstos e, portanto, uma maior proporção de bandas vendendo horrores de cds. Por que aceitamos isso? O amante de música não tem muita escolha. Ou nós compramos a música que nos é oferecida ou desistimos de ouvi-la. A maioria de nós escolhe a primeira opção.

Parte Dois: Como isso se tornou um problema?

Eu vou tentar ilustrar o processo de como eu acho que este problema se perpetuou pela indústria. Eu gostaria de usar uma analogia de biologia para mostrar como sistemas que evoluem podem progressivamente desenvolver eficiência com o tempo, mas apenas a um custo alto...o custo da diversidade.
A indústria da música evolui assim como uma espécie evolui. Na natureza existe a seleção natural: as espécies precisam se adaptar, ou se tornarão extintas. Nos negócios da indústria da música, as bandas ou vendem albums (uma forma de adaptação), ou caem no esquecimento (uma forma de extinção).

A evolução não depende apenas da seleção natural, mas também da probabilidade. A variedade de animais pode surgir no próximo estágio de sua evolução não é meramente aleatória. Ela é determinada, em parte, pela variedade de animais que existe hoje. Isso pode ser simplesmente enunciado da seguinte maneira “qualquer coisa a surgir, em um sistema onde há evolução, depende do que está disponível no presente”. Biólogos chamam este fenômeno de processo markoviano, um processo de probabilidade não-aleatório que restringe o resultado de uma seqüência de eventos em evolução. Pense em como os macacos surgiram. Eles não simplesmente apareceram do nada, como alienígenas vindo do espaço. Eles derivaram de animais de um estágio evolutivo anterior que se parecia com eles, mas não eram exatamente macacos. A indústria da música também evoluiu através de um processo markoviano. Por exemplo, não é por acaso que temos a Alanis Morrisette. Ela não evoluiu do nada. Ela veio de um molde anterior. Ela emprestou estilos e sons de uma variedade muito limitada de outros artistas. O importante a ser aprendido é que é possível prever com alguma precisão como o próximo estágio da evolução pode ser, baseado em como as coisas são hoje. E se a indústria da música não cultivar a diversidade dos artistas de hoje, eles extinguirão a possibilidade de possíveis futuras revoluções musicais. Toda vez que uma espécie se torna extinta, seus genes são removidos da piscina de genes do futuro e ela não reaparece. Da mesma forma, toda vez que uma banda cai no esquecimento ou o catálogo de um artista é descontinuado, ocorre um efeito negativo no próximo estágio da evolução da indústria musical. Bandas que caem no esquecimento limitam severamente o acervo do qual a próxima geração tirará sua inspiração. Os tipos de artistas do futuro serão determinados pelos tipos de artistas que existem hoje. Inspiração é uma analogia a hereditariedade. Então a questão da indústria da música é a mesma que a maior questão da biologia moderna: “Como mantemos a diversidade?”.

Se continuarmos a desmatar habitats naturais, e pavimentá-los com cidades ou cobri-los com terras de agricultura, nós causaremos a extinção de muitas espécies porque elas não conseguem se adaptar à nossa veloz destruição. O resultado final: Menos tipos de organismos no próximo estágio da evolução. Da mesma forma, se as gravadoras apenas promoverem cópias-carbono de artistas correspondentes, umas das outras, e ignorarem bandas e artistas que são qualitativamente únicos, haverá um acervo muito restrito de estilos artísticos disponíveis na próxima década. E um acervo limitado de produtos é ruim para o prospecto de qualquer instituição a longo-prazo.
Agora vem a parte difícil: Sugerir melhorias.
Eu acho que nossos valores são distorcidos. Nós medimos qualidade da maneira errada, geralmente em termos de dólares e centavos e não em termos de estímulo intelectual ou emocional. Isso é provavelmente tanto um sintoma de nossa sociedade, quanto uma irreverência arrogante por parte daqueles que estão no poder. Existe uma atitude comum entre as pessoas que estão na indústria da música. Já ouvi vários executivos dizerem: “Quem somos nós para julgarmos a música que lançamos? Os jovens adoram! Estamos apenas dando às pessoas o que elas querem ouvir”.
Resumindo, isso significa que o motivo de estarem lançando música ruim é porque é o que as pessoas realmente querem. Eu não concordo com isso. Eu acho que é lógico perguntar: É o que eles realmente querem ouvir, ou a indústria determina o que as pessoas ouvem através de um processo de seleção “não-natural”? Eu acho que deve haver outros critérios de qualidade, além de quanto dinheiro um artista gera. Bandas menos populares merecem ser sustentadas. Seus valores deveriam ser medidos pela projeção de sua influência adiante, no futuro, e não meramente pelo cálculo do lucro e prejuízo do ano passado.

Para que a diversidade possa ser mantida, nós precisamos de executivos de gravadoras dispostos a porem suas mãos no fogo e dizerem: “Isso é música boa, e isso é de má qualidade. Isso tem integridade, e isso é plágio descarado.” Artistas precisam que lhes digam quando eles estão soando como outros artistas. Isso os ajuda a reconhecer o que é e o que não é único neles. Ajuda-os a se desenvolverem. Eu acho que deve haver um interesse mais sofisticado em artistas e bandas em desenvolvimento. Eu sei que as bandas precisam ser educadas. Elas não precisam da pressão de suas gravadoras, que simplesmente jogam seu dinheiro nelas enquanto cruzam seus dedos e esperam por um hit. Isso não é desenvolvimento real.
O Bad Religion demorou muito tempo até chegar ao status de artista com disco de ouro. Demorou cada passo, de maneira que fomos aprendemos e aplicamos nosso conhecimento. A Atlantic nos ajudou a atingir uma audiência maior durante o caminho. E apesar de sermos um caso único, eu ainda acho que nós provamos que o desenvolvimento real pode ocorrer na indústria da música sem que a integridade do artista precise ser sacrificada.
Concluindo, pois, eu acho que as pessoas que vendem música (gravadoras) devem reconhecer que elas desempenham um papel importante determinando o gosto musical do público. Ao falharem em notar artistas únicos na busca por superstars, e ao renunciarem o desenvolvimento a longo-prazo em favor de one-hit-wonders (artistas com apenas uma música de sucesso), executivos da indústria ativamente jogam pro alto as escolhas de estilos musicais e imagens que são apresentadas ao público. Logo, a indústria, através de um processo de evolução markoviano, viabiliza sua própria extinção, e contribui para o progressivo envelhecimento de mentalidade de nossa sociedade. É tanto um truísmo na música quanto na política: Se você não oferecer nada além de mediocridade às pessoas, você criará pessoas medíocres.


Créditos da Tradução:

Traduzido por Dro: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=3324499374640136524 

 

PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 22h44
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family guy

Family Guy

 

 Ta ae a SÉRIE DE ANIMAÇÃO oficial do meu blog! Até mudei a fonte para dar um outro clima. Family Guy (Uma Família da Pesada) é uma série forte, de nível. Ironizam todo o sistema, todas as culturas, inclusive a norte-americana. Não farei uma descrição da série aqui, óbvio. Por exemplo, não direi que se trata de uma família norte-americana de classe média. Não direi que o chefe da família atende pelo nome de Peter Griffin, o qual é casado com Lois Griffin. Que eles tem três filhos: Stewie Griffin, Chris Griffin e Meg Griffin. Não direi que o cachorro da família FALA e atende pelo nome de Brian. JAMAIS! Só digo uma coisa: ASSISTAM! Espero que essa série se torne a série oficial de vocês, caros jovens.

 

PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 22h25
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aviso navegantes

Aviso aos navegantes!


 Vão tomar no cu!

 

 PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 19h52
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intromissão

 

 Olha o milhãozinhooo..."FLASH!"

É pessoal, é incrível a capacidade que as pessoas tem de se INTROMETER na vida alheia. Ontem, por volta de certa hora, fui acordado por um telefonema da tal jornalista Lisandra. Hoje não pude almoçar direito, por conta dos flashes a todo momento nos cegando. O Ray Liotta deve procurar outro restaurante, porque daquele eu não saio! 

 

 Pois bem, chegamos à um ponto onde a arte de bisbilhotar passou a gerar milhões. Mas realmente são fotos inusitadas. Pasme você, uma foto dos pais com os filhos no colo passeando em alguma praia distante. Alguma moça social grávida. Meu Deus, que coisas bizarras, valem os milhões para o "fotógrafo". A questão aqui é: De quem é a culpa? Te digo: A culpa é daquela sua tia solteira, que fica o dia inteiro na manicure lendo revistas e tablóides, das velhas mexicanas nos States, das biscatinhas que ficam o dia inteiro vagando e caçando sementinhas para germinar. Mas sementinhas de boas árvores...genealógicas! 

 Por que eu estou digitando essas coisas? Isso aqui vai virar um blog da globo daqui a pouco, PORRA! Mas esses tablóides viraram febre, febre que veio dos States para nós. Eles popularizam qualquer lixo. Nesse momento me lembrei das Cartilhas do Viver, nem sei o porquê.

 

 XIS!

 

PAZ!

 

 



Escrito por PeppersDrums às 19h42
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o telefonema

À Cobrar para Questionar

 - Alô...

 - Chamado à cobrar, para aceitá-la...

 - Alô...[2]

 - Alô, com quem eu falo?

 - Alô...

 - Viriatto Borges?

 - Ele mesmo, pois sim?

 - Você é o responsável pelo blog faster than the world, correto?

 - Correto!

 - Você usa o pseudônimo de Luís Guilherme Rocha Pereira, por quê?

 - Com quem eu falo?

 - Ah, desculpe-me. Aqui é Lisandra Neves, Jornal Tridente de Petrópolis.

 - Olha Lisandra, passar bem!

 - Mas...mas....

 !

 PAZ!

 



Escrito por PeppersDrums às 19h25
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clube

O Clube

 Bom, mais uma publicação.

 

 Essa será perigosa, pois tratarei de um CLIMA acessível e revolucionário, basta coragem. Tenho como base o filme "Fight Club" (Clube da Luta) de 1999, dirigido por David Fincher. O filme, no meu ponto de vista, traz a idéia de extinguirmos a extrapolação e o capitalismo exagerado, o consumismo desenfreado das altas classes sociais.

 


 É necessário atingir um equilíbrio entre as nações, para reduzir o domínio das grandes nações perante as menores. Sempre existirão as nações mais fortes, que influenciam e ditam as regras para o resto do mundo. Isso, até certo ponto, é necessário, mas deve haver um controle. De preferência algo não governamental. Que tal um Clube? Um clube sem meias palavras! Uma jogada suja corresponde à um império capitalista a menos, na força. No filme em questão, grandes corporações são destruídas, objetos que despertam o desejo do alto consumismo, vide carros importados. A idéias é essa, meu "chapa"!

 

 Dinheiro não é algo ruim. Foi uma ferramenta criada em meados de foda-se e está aqui até hoje. A questão é a ATITUDE! Simples, né?

 Chega de aguentar velhos engravatados e madames orgânicas! Se extrapolarem, passearão na Malásia com suas graaaandes Corporations e seus carros blindados. Viverão à Deus Dará!

 

 Reflitam, meus caros, reflitam!


 

 PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 18h45
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tripé para boa vida

O tripé para uma boa vida

 Seguem três palavras que todos devemos ter em mente, pois são a base para um bom viver, seja por conta ou social:

 

    Gambiarra;


    Contatos;


    Sarcasmo;

 

 PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 18h24
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lei do fluir

A Lei do Fluir Universal

 No decorrer da vida, constantemente nos deparamos com empecilhos, faz parte da ARTE do viver. Seja a angústia por não conseguir atingir um objetivo, a decepção por não ter feito uma escolha que podia ter sido feita facilmente e que, ao seu ver, mudaria todo o jogo, etc.

 Diante de tudo isso, apresento-lhes a Lei do Fluir Universal. É o seguinte: tudo flui naturalmente rumo ao sucesso total, relacionadamente com um alinhamento a favor por parte do Universo, uma conspiração a favor. Mas isso é para pessoas boas, de boa alma, boa essência. Não é um artifício mental que eu criei para mascarar os fiascos, uma ilusão. Não, não! É FATO!

 Levo a minha vida seguindo essa Lei e as coisas vão acontecendo. Tenho meus objetivos e, caso eu quebre a cara, ocorrerão explosões! É aquele velho espírito Cluba da Luta, o qual citarei num futuro post, aguardem!

 A questão é: deixe fluir, não lute contra a correnteza! Vá fazendo por conta própria, empecilhos fazem parte do total, de fato. Vá vivendo, seguindo a rota, correndo atrás dos sonhos, o resto deixe com o Universo. Caso vocês, seres andorianos, quebrem a cara com o que sonham, e eu também, serão muito bem vindos no Clube!


PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 18h17
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Link e LER

Atenção: Link de Blog pode causar LER!

Realmente eu não gosto de link gigantes. Não só eu, como todo o resto da humanidade. Mas eu quis usar lguilhermepereira@blog.uol.com.br, realmente, EU QUIS! Imaginem vocês, terem que digitar tudo isso toda santa vez? Sofrerão de LER (Lesão por Esforço Repetitivo). Por isso, salvem nos FAVORITOS o link desse meu blog e serão mais felizes nessa caminhada.


PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 03h30
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moto-perpétuo

O moto-perpétuo

Serei breve! Pensei em algo aqui. É o seguinte, acho que temos tudo que temos, porque, com o tempo, foram surgindo as necessidades, certo? Mas agora vamos tendo vontade de descartar várias coisas. Por exemplo: uma pessoa se isola em uma sítio muuuuuito distante, porque cansou de toda essa complicação dos tempos modernos. Depois aquele local vira uma grande comunidade, e as necessidades vão surgindo, pois quanto mais pessoas, mais problemas. Dae as pessoas vão inventando as coisas e tudo vai acontecendo de novo, até chegar no MESMO PONTO aonde a tal pessoa  (que chamarei de O PIONEIRO) estava, quando resolveu se isolar.

 Dae uma outra pessoa vai se cansar, vai procurar um sítio isolado e ficará por lá. Dae vai começar TUDO de novo. E assim o globo vai girando. Sítio, chácara, planeta, isso fica a critério de vocês, leitores.


 PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 02h55
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Música para revolução, para dar razão ao viver!

ROCK'N'ROLL!        PUNK ROCK!       HARD CORE!

 


 

 Acredito que o "QI" (Quociente de Inteligência) de uma pessoa está DIRETAMENTE ligado ao gosto musical da mesma. Isso é fácil de se perceber. Os músicos com maior QI, vide Roger Rocha Moreira do Ultraje a Rigor, Brian May do Queen, entre outros. Vide as pessoas que escutam Rock. São SUPERIORES. Principalmente as pessoas que escutam Punk Rock, as bandas de Punk Rock e Hard Core com suas letras sensacionais, com temáticas sensacionais e atitudes legítimas. Vide Bad Religion, Pennywise, NOFX, H2O, Cólera, Garotos Podres, Ratos de Porão, Inocentes, Gritando HC, etc. Sem querer criar confusão, não preciso disso, mas é FATO! Falando em confusão, ta ae um coisa que você não encontra muito em shows de Rock, principalmente Punk Rock, que é mais pancadaria, mais TAPA NA CARA.

Pennywise!

 Lembro-me da Virada Cultural de 2007 em São Paulo. Fui com meu amigo Celso Gordo Juninho, o qual é guitarrista da minha banda. Fomos no domingo no palco de Rock. Chegamos e Rogério Skylab já estava tocando. Depois teve Ratos de Porão, Garotos Podres, Cólera, Inocentes, entre outras. Simplesmente não tiveram brigas. Jááá nos outros palcos, a "peãozada" estava se moendo na facada.

Pennywise muitas vezes faz shows e não tem seguranças, não existe aquela putaria típica de otários! A platéia se une, é uma família. Todos na essência, com BASE, entendendo a situação. Você está num show do Ratos de Porão e tromba com um Punk gordo gigante. O cara pede desculpas, você também, e tudo certo!

Para mim, na minha humilde opinião, HARD CORE é O ESTILO, O CLIMA! É uma ramificação do Punk Rock, o qual é uma ramificação do Rock. É um modo de vida, de pensar e agir.


Cito também System Of a Down e rage Againt The Machine. System é uma banda que no momento esta dando um tempo nas atividades, mas possui uma musicalidade extraordinária. A banda é formada por  armenos e líbaneses, os quais foram para os EUA quando pequenos, penso que uns nasceram nos EUA mas tem descendência armena, mas isso nao importa. A questão é que as suas familias fugiram do Genocídio. Eles cresceram, montaram a banda e fizeram barulho. Vez ou outra participam de passeatas pelas ruas de Los Angeles, tem ação social!

Rage Against the Machine é A banda com maior voz política da história. Músicas bem arranjadas, letras MAGNÍFICAS, sobre o comando do vocalista Zack de la Rocha, descendente de mexicanos. A ligação que faço entre as duas bandas parte do vocalista do System, Serj Tankian, e o guitarrista do Rage, Tom Morello. Os dois tem uma ONG chamada Axis of Justice que tem o propósito de juntar os músicos e fãs para lutar pela justiça social.

As bandas CAUSAM FORTE, sem medo, o governo faz constantes ameaças e a CIA aje por baixo dos pano. Pensem no começo, quando apareceram nomes como Jimmy Hendrix, Janis Joplin, entre outros. Sumiram do mapa rapidamente, né? Vai saber, hein? Acho que montarei um grupo de pagode, sai fora Punk Rock!


Sugestões por hora: 

Rage Against the Machine - Live At The Grand Olympic Auditorium - 2003

Pennywise -  Live at the Key Club - 2000

Bad Religion - New Maps Of Hell - 2007

 

PAZ!

 


 



Escrito por PeppersDrums às 02h38
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viver

                            O Viver!

Vivemos em sociedade, em conglomerados, somos escravos do capitalismo, o qual nos faz pensar que somos responsáveis pela nossa própria escravidão (Gasta porque QUER!). Como se fosse isso, né? E as mensagem subliminares, e os comerciais e o SISTEMA?

Somos meros seres do sistema, fantoches, escravos de escravos, os quais são escravos de outros escravos que pensam que são os senhores do engenho, mas num belo dia descobrem que também são meros escravos, dae se rebelam, dae aparecem outros senhores escravos e assim sucessivamente.

O viver foi transformado numa intensa corrida capitalista, num corrida atrás do que, tempo depois, desprezaremos totalmente. O fato é que nessa publicação, abordarei a uma certa questão que merece a atenção de todos. Existe um Conselho de Senhores Ministerias que publicam certas "Cartilhas do Viver", as quais chegam até os "senhores do engenho". Não pensem que esse Conselho é dos intocáveis, ou melhor, dos "quase intocáveis", como diria o Osama Bin Laden, Estados Unidos da América...do NORTE! (Tá, o Osama não deve ter dito isso publicamente, mas enquanto tirava um Stones na caverna dele, com certeza, né? Bêbado, com seu baixo, deve ter feito piadas do tipo. Gritado: "Word Trade Center Fuckin´Up!" entre uma nota e outra.) Mas enfim, o Conselho é de alguma parte do Israel, pasmem vocês. 

As Cartilhas são enviados primeiramente para os EUA...donorte, e eles, com toda a poderosa e influente Indústria Cultural Norte Americana, fazem o serviço de DIVULGAR tudo para o resto do mundo.



As Cartilhas contêm TUDO que mantêm a sociedade viva, são as regras que todos seguem, são a razão para a vida. Possuem informações sobre religião, o que todos devem vestir, como devem falar, o que devem aprender, o que devem comprar (carro, modelo de casa), com qual cor devem pintar suas casas, quais músicas devem tocar na TV e nas rádios, e por ae vai. Nesse momento TENHO que abrir um adendo! No quesito MÚSICA, existe o Rock´n´Roll com as ramificações (Punk Rock, Rockabilly, ...) e o Rockommercial, que não tem nada de ROCK, nada da Essência, da Legitimidade, só os instrumentos musicais são semelhantes. É o que todos conhecem, o lixo para a laia. Dae depois vem o resto, os outros "estilos", o que abstraio sensacionalmente. Apenas, IGNORO! Mas o assunto "MÚSICA" fica para uma futura publicação, voltarei às Cartilhas.

A vida das pessoas, inclusive a minha, pois nasci dentro de tudo isso, é constantemente MOLDADA. De tempos em tempos aparecem novas regras, é uma nova Cartilha chegando do Conselho. Acredito que as religiões foram criadas pelo Conselho para dar um sentido à vida. Existem cada vez mais religiões, representadas por diferentes membros da sociedade, meros representantes escolhidos pelo Conselho. As pessoas vão às missas, pagam taxas dizimais, tem rituais, e umas condenam as outras, por terem religiões diferentes. Uma simples novela é um artifício do Conselho, usado pela Indústria Cultural para dar uma razão para a vida, para a vida ter graça. Paremos um instante para refletir. Muitas pessoas já enxergaram o SISTEMA, existem exceções, óbvio! Muitas vivem sensacionalmente bem, enxergaram o verdadeiro viver. Não dependem de terceiros ou firulas para serem felizes, dão risada de tudo, porque sabem que é tudo uma piada! Mas a maioria esmagadora da humanidade continua vivendo um dia após o outro. Levam os filhos na escola, deixam lá para serem moldados, vão para o trabalho e ficam nisso a vida inteira. Por que não criar a própria escola para os filhos? Viver por conta, fazer por conta. Sem papinho hippie por aqui, sem essa de vilinha, sitinho, plantar pra comer e blá blá blá! É viver nos grandes centros, mas viver bem, sem extrapolação. A questão é que o medo mantém todos na linha. Não é fácil tomar uma decisão que muda a vida, óbvio! Mas uma vez tomada essa decisão, PRONTO! Mas todos continuam esperando o fim de semana, o último capítulo da novela, o próximo churrasco, a próxima biscate, ... e mais e mais Cartilhas vão chegando.

Resultado? Ligue a televisão, meu santo! Vá para um grande centro urbano! Todos iguais, tudo igual, tudo novo, o novo velho, cópia do velho novo, IGUAL!


Basta, né? Ou não? Vamos sair no sábado? Beber uma Skol Beats e ouvir um Psy Trance Fuck Yeah muito do massa, hein? Fechô!


PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 01h38
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desespero

 

O Desespero como meio de solucionar problemas.




 Desconheço melhor forma para solucionar um problema do que o desepero. Quando você está com algum problema, SEMPRE acha uma saída, mesmo que no último milésimo de segundo. O desespero bota a maquinaria cerebral para funcionar em velocidade total, propondo soluções imediatas.

 Por exemplo: um jovem tem que acertar sua vida acadêmica em 3 meses. Nos primeiros 2 meses é só alegria, sem preocupação. Mas quando o terceiro mês chega e os dias começam a passar, vem o desespero, e o cérebro começa a funcionar à milhão. O que parecia sem solução, torna-se solucionável, e a vida continua. Esse exemplo foi sensacionalmente pessoal.

 Outro exemplo são as dívidas. Isso preocupa as pessoa, tira o sono, às vezes até mata. A morte foi a solução, certo? Mas as pessoas ficam à maquinar e maquinar, tentando bolar alguma saída. Dae surgem as idéias inovadoras. Creio que foi desse modo que surgiu a prostituição, enfim...

 No quesito capitalista, vê-se claramente o que é DESESPERO. Vai ver criei esse blog num momento de intenso desespero para ver se alguém me descobre e contrata, ou empresas venham me procurar para eu fazer propagandas de suas marcas, por isso passem a visitar alucinadamente e desesperadamente esse blog, pois os seus respectivos desesperos solucionarão os meus problemas, certo?


PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 20h16
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primeiro post

 

Começando...

Eu, maroto, na piscina.

Bom, cá estou! Esse blog será o meu meio de expôr o que se passa na minha mente. Porém, irei expôr coisas que VOCÊS, seres andorianos, não possam roubar e ganhar dinheiro com as mesmas. Essas, registrarei, dae então jogarei aqui. Idéias, climas, essências e FATOS!


PAZ!



Escrito por PeppersDrums às 20h08
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